Interpretação de Êxodo 13



Interpretação de Êxodo

Interpretação de Êxodo 13

(Interpretação da Bíblia)



Santificação dos Primogênitos. 13:1-16.
“Se os israelitas completaram sua comunhão com Jeová na Páscoa, e celebraram o começo de sua posição divina na festa dos pães asmos, as conseqüências ininterruptas da sua filiação divina, eles as transmitiram na santificação dos primogênitos” (KD). Assim como o Egito foi ferido por Deus nas pessoas dos seus primogênitos, Israel foi consagrado a Deus em seus primogênitos.
2. Todo que abre, isto é, em primeiro lugar.
3-10. A lei já transmitida a Moisés (12:15-20) foi agora proclamada ao povo.
7. Teu território. Fronteiras.
8. A dedicação dos primogênitos teria de ser explicada geração após geração, como também a Páscoa (12:26, 27).
9. E será como sinal. Como outras raças usavam sinais, até mesmo cortes e tatuagens, para se lembrarem do seu Deus, esta festa seria para trazer à lembrança de Israel a redenção operada por Jeová. “Não era por meio de bilhetinhos mnemônicos sobre a mão ou a testa que uma lei seria colocada na boca, a ponto de se falar dela continuamente, mas por sua recepção no coração e seu contínuo cumprimento” (KD).
11-16. A lei dos primogênitos (cons. 22:29; Dt. 15:21, 22).
12. Apartarás (lit., farás passar para o Senhor). Esta não é a palavra costumeira para separar, mas a palavra usada para descrever a prática pagã de sacrificar os filhos aos seus deuses (II Reis 16:3; Ez. 20:3). Pode ser que o Senhor usou esta palavra propositadamente para tornar clara a diferença entre esta dedicação e a dos pagãos,
13. O jumento não era um animal usado no sacrifício, por isso era preciso substituí-lo com um cordeiro. O primogênito dos homens seria redimido com prata, como o povo seria mais tarde informado (Nm. 3:47; 18: 16). A responsabilidade do serviço tendo sido transferida para os levitas como representantes do povo, fez com que a única exigência feita à nação, fosse a de que reconhecesse os direitos divinos sobre ela.
15. Deste modo tudo o que Israel era e tudo o que possuía eram continuamente apresentados ao Senhor que a redimira.
16. Frontais. O hebraico totapot, o “filactério” do N.T. Mais tarde os judeus seguiram literalmente a esta exortação atando em suas testas e braços fitas às quais atavam pequenas caixas de couro contendo versículos das Escrituras escritos em pergaminhos. Era propósito de Deus que a festa e a consagração (não pequenas caixinhas), servissem de lembrete para a mão e o coração.
d) Passagem pelo Mar Vermelho. 13:17 – 14:31.
A descrição da viagem, que começou em 12:37, continua agora. Havia uma boa estrada diretamente para a Palestina, subindo pelo litoral e passando por Gaza, mas esta os levaria, a intervalos, pelas fortalezas egípcias, e exigiria que lutassem, para o que não estavam preparados nem física nem psicologicamente. Com bondade cheia de sabedoria, Deus os levou por outro caminho.
18. Deserto perto do Mar Vermelho. Em hebraico, Mar de Suf, Mar dos Juncos. O erro de tradução, Mar Vermelho, deu uma visão totalmente errada da rota de Israel. Esta é uma palavra inteiramente diferente daquela que designa o que chamamos de Mar Vermelho ou Golfo de Suez. O Mar dos Juncos ou dos Charcos encontra-se mencionado na literatura egípcia do século treze A.C., ficando perto de Ramessés. Ou o Lago Timsa ou a extensão meridional do Lago Menzale encaixa-se na descrição. Estes lagos fazem pane do canal que unia o Golfo de Suez com o Mar Mediterrâneo e agora fazem parte do Canal. O Lago Timsa fica mais perto de Sucote. Arregimentados. O significado preciso é incerto. A E.R.C. diz armados.
19. A fé de José foi justificada (Gn. 50:25).
20. Etã. O local é desconhecido.
21,22. Não eram duas colunas, mas uma só, de nuvem de dia e de fogo de noite. As Escrituras desacreditam tentativas de explicar esses guias por meios naturais (cons. Cambridge Bible). A coluna era um sinal real da verdadeira presença de Jeová com o Seu povo.

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